Projeto Solo Vivo vai levar assistência técnica e mecanização a 600 produtores no RJ em 2026
Projeto Solo Vivo Divulgação O Projeto Solo Vivo começa a ser implantado em 2026 com a meta de atender 600 produtores rurais no estado do Rio de Janeiro. A ...
Projeto Solo Vivo Divulgação O Projeto Solo Vivo começa a ser implantado em 2026 com a meta de atender 600 produtores rurais no estado do Rio de Janeiro. A iniciativa vai oferecer assistência técnica contínua, mecanização agrícola e formação profissional, com atuação em diferentes regiões para elevar a produtividade e tornar a agricultura familiar mais competitiva e sustentável. O trabalho será desenvolvido em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária e instituições de ensino e assistência, como o Instituto Federal Fluminense, com execução entre fevereiro de 2026 e fevereiro de 2027. As ações vão abranger as regiões Norte e Noroeste Fluminense, Região Serrana, Sul Fluminense, Centro‑Sul e Metropolitana. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Idealizado e articulado pelo deputado Hugo Leal, o projeto foi estruturado para enfrentar uma das principais carências da agropecuária fluminense: a falta de acompanhamento técnico contínuo. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo ele, muitos produtores trabalham sem assistência especializada e acabam produzindo menos do que poderiam. “Temos um grande potencial agrícola, mas falta apoio direto. O Solo Vivo leva conhecimento, tecnologia e estrutura ao produtor, permitindo mais renda e alimentos de melhor qualidade”, afirmou o parlamentar. Entre as ações previstas estão: instalação de cinco núcleos regionais de apoio técnico com agrônomos e veterinários; unidades mecanizadas com tratores, retroescavadeiras e implementos agrícolas; análises de solo e água para diagnóstico produtivo; acompanhamento técnico contínuo nas propriedades; cursos de gestão, empreendedorismo e boas práticas agrícolas; realização de feiras e encontros voltados ao setor; elaboração de planos de negócios personalizados. O Solo Vivo dará prioridade a agricultores familiares e propriedades com maior vulnerabilidade produtiva. A meta é estimular a inclusão econômica, diversificar culturas, fortalecer cadeias produtivas e apoiar a regularização de agroindústrias familiares.